ninguém me encharca os lençóis
ninguém me encharca os lençóis
não me atam forte seda ao pescoço
nenhum chicote para a minha tesão
onde estás ninfeta demoníaca
quantos prismas te afastam o olhar
que cartões compram os teus créditos
devo ter de me alistar
num exército de sociopatas cornudos
em qualquer parte do mundo

[ainda a propósito do texto anterior…]
Houvesse um dia alguém
que não conseguisse perceber
a verdadeira magia de uma série de cheiros
bem dados na mesa de vidro
e seria como se nunca tivessem visto alguém
a cair do baloiço
do parque infantil onde brincava
e com a cabeça atordoada
gritasse em bom som:
Mais, quero um empurrão nas costas mais forte
Abraço
Comment by MG — February 22, 2008 @ 7:26 pm