Tens um hálito de estátuas antigas
Tens um hálito de estátuas antigas
vou arrancar‑te o coração cortar‑te as mãos
guardar‑te desprezo por mil anos
Vê o teu trágico aspecto
a baba insultuosa escorre da tua boca
quando fendes secretamente
Agora volta‑te dá‑me o teu dorso
talvez acenda um animal de luz
que te satisfaça a pressa

ora aí está: poesia. vai por aí.
Comment by fep — January 25, 2007 @ 12:41 pm